Conception of Justice in Aristotle

Authors

  • Karina A. Denicol Mestre em Direitos Fundamentais pela Faculdade de Direito Lisboa e Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil https://orcid.org/0000-0001-7642-5783
  • Paulo J. S. Bittencourt Doutor em História pela Universidade do Vale dos Sinos (São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil) e professor associado D-2 da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Erechim, Rio Grande do Sul, Brasil https://orcid.org/0000-0003-0572-5011

DOI:

https://doi.org/10.19135/revista.consinter.00014.01

Keywords:

Justice, Aristotle, Greece, politics, happiness

Abstract

The research focused on the concept of justice for Aristotle, to investigate the historical and philosophical bases of this thought and contextualization with institutions existing in Athens and Greece at his time, as well as the political framework that allowed the emergence of his theories. Furthermore, starting from justice as something anthropological and no longer linked to religion, it was intended to investigate the various notions of justice for the philosopher, as political justice, that derived from the relationship between men, established by the laws. In addition, it focuses on distributive, teleological and corrective justice. The results found, obtained through bibliographic research, historical-contextual framing and semantic-conceptual analysis of philosophical texts, demonstrate that the evolution of the Aristotelian notion of justice forged both a revolutionary foundation for the time in question and a classical tradition of thought which clarifies the contemporary links between Law and Ethics.

Downloads

Download data is not yet available.

References

ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco, 4.ª Ed., São Paulo, UNB, 2001.

ARISTÓTELES, A Política, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2011.

BITTAR, Eduardo C. B., A Justiça em Aristóteles, Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2005.

CHAUÍ, Marilena, Convite à Filosofia, 10.ª ed., São Paulo, Ática, 1998.

CUNHA, Antônio Geraldo da, Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, 4.ª ed., Rio de Janeiro, Lexikon, 2012.

GUARINELLO, Norberto Luiz, “Cidades-estado na Antiguidade Clássica”, In: PINSKI, Jaime & PINKSI, Carla Bassanezi (Orgs.), História da Cidadania, São Paulo, Contexto, 2016.

HADOT, Pierre, Elogio da Filosofia Antiga, São Paulo, Loyola, 2012.

MATTÉI, Jean-François, Pitágoras e os pitagóricos, 2.ª ed., São Paulo, Paulus, 2007.

MONTALVÃO, B., Manual de Filosofia e Teoria do Direito, 2.ª ed., Salvador, JusPodiym, 2020.

PANIÁGUA, José M. R., Historia del Pensamiento Juridico, Madrid, Universidad Complutense, 1988.

PICHLER, Nadir Antônio, A Felicidade na Ética de Aristóteles, Passo Fundo, UPF, 2004.

PLATÃO, A República, 15.ª ed., Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2017.

SANDEL, Michel J., Justiça: O que é Fazer a Coisa Certa, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2017.

STIRN, François, Compreender Aristóteles, Rio de Janeiro, Vozes, 2011.

SILVEIRA, Denis Coitinho, Os Sentidos da Justiça em Aristóteles, Porto Alegre, Edipucrs, 2001.

VALLE, Lílian de Aragão Bastos do, “Aristóteles e a Práxis: uma Filosofia do Movimento”, In: Educação, PUCRS, 2 (2014), p. 263-7. DOI: https://doi.org/10.15448/1981-2582.2014.2.15563

VERNANT, Jean-Pierre, As Origens do Pensamento Grego, 23.ª ed., Rio de Janeiro, Difel, 2016.

WARBURTON, Nigel, Uma Breve História da Filosofia, Porto Alegre, L&PM, 2015.

Published

2022-06-30

How to Cite

Denicol, K. A., & Bittencourt, P. J. S. (2022). Conception of Justice in Aristotle. Revista Internacional Consinter De Direito, 8(14), 57–77. https://doi.org/10.19135/revista.consinter.00014.01

Issue

Section

Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos